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Em busca da diferenciação

Lutar por novos espaços e conquistar novos clientes/consumidores sempre foi uma tarefa árdua no mundo globalizado e se torna ainda mais complexa em tempos de crise.

As notícias mostram índices de recessão, queda nas bolsas do mundo, desemprego. Mas uma pergunta surge: será que a crise não é uma grande máscara para que as grandes empresas possam justificar cortes e gestões mal administradas, falhas no gerenciamento do marketing e, consequentemente, falha na assistência aos consumidores. A crise é uma grande cortina que esconde o buraco da mesmice em que a gestão das empresas caiu. Falta criatividade em desenvolver novas técnicas administrativas e buscar a diferenciação.

Aplicando o mesmo raciocínio para uma escala menor, a diferenciação pode ser alcançada com atitudes simples, como um bom atendimento ao cliente. Como as empresas pecam na questão do atendimento! Quantas vezes você poderia ser melhor atendido e com isso tem comprado mais, ou mesmo ter voltado naquela loja?

É preciso sempre refletir sobre o atendimento. Por melhor que seja o produto ou serviço que esteja comercializando, se o atendimento for ruim, de nada vale. Pequenas atitudes como um sorriso, a simpatia do atendente, pró-atividade por parte dos funcionários, tudo é válido para diferencia-se do concorrente e ganhar a confiança e preferência do consumidor.

Não é preciso muito, apenas mudar algumas atitudes. Com certeza seus lucros melhoram, a felicidade do seu cliente aumenta e o mercado como um todo cresce. Pense nisso!

Design dos produtos influencia na hora da compra

Dando continuidade ao que a gente sempre vem falando, coloco abaixo um vídeo que comprova as minhas sugestões publicadas na monografia da minha pós graduação. Sob o título: “O Papel do Design no Marketing Moderno”, o trabalho elucida a importância da disciplina design nos negócios e como o tema tem ganhado relevância e, cada vez mais, vem sendo utilizado como uma ferramenta de diferencial estratégico.

A reportagem do programa Pequenas Empresas Grandes Negócios reforça o conteúdo do trabalho e apresenta algumas iniciativas no setor de design de produtos e embalagens no Brasil. Vale a pena conferir!

Comunicar é preciso

A comunicação torna-se, cada vez mais, uma ferramenta indispensável para que as empresas possam atingir suas metas e conquistar seus consumidores.

“Na guerra pela preferência do consumidor, vale tudo”, disse alguém da área de comunicação. Mas as coisas não são bem assim. Para conquistar a atenção e a preferência dos consumidores algumas empresas lançam mão de ferramentas ou atitudes comunicacionais, digamos, não muito éticas, e isso não é bom nem para o consumidor e muito menos para o mercado.

Por outro lado, existem outras empresas que ainda estão na época de acreditar que propaganda ou publicidade são gastos. Depois, reclamam que “o mar não está pra peixe”.

Propaganda e publicidade são investimentos. É por meio delas que as empresas podem formar a preferência de seus consumidores, criar a imagem da empresa, se projetar no mercado. Um clássico exemplo a citar, é o da Coca-cola, uns dos refrigerantes mais vendidos em todo mundo e também uma das empresas que mais investem em propaganda.

Hoje o mercado de mídias oferece uma gama enorme de possibilidades para os anunciantes, seja em formatos, tipos de mídias, como também de preços. Tem pra todos os gostos. No entanto, se o gestor da empresa está perdido e não sabe o que fazer, é o momento de buscar ajuda de um profissional da área de comunicação. As agências de propaganda, ou escritórios de design estão habilitados e possuem experiência para orientar o anunciante da melhor forma possível.

Os profissionais de comunicação sabem medir qual o melhor veículo de comunicação a ser contratado em função do público-alvo dos anunciantes. Não é porque um determinado veículo de comunicação é famoso, que o anúncio tem que ser veiculado nele. O correto e ideal é veicular nos veículo que melhor irão atingir o público-alvo. O correto é focar as ações de mídia.
No entanto, vale lembrar que a propaganda não faz milagres, ela é apenas umas das ferramentas do mix de marketing que as empresas podem utilizar.

A partir do momento que as empresas trabalharem o marketing de seus produtos de forma integrada, utilizando-se de todas as suas ferramentas e deixar no passado a mentalidade de que propaganda é gasto, com certeza, elas terão sucesso!

O poder dos Sonhos

Vale a pena assistir este belo filme, escrito e dirigido pelo animador italiano Michele D´Auria que, a pedido da Honda criou essa belíssima obra. Além do conteúdo e do estilo serem do maior bom gosto, o filme também é uma fonte de inspiração e um incentivo para que sempre acreditemos em nossos sonhos. O personagem do filme acreditou, e olha no que deu!

Embalagem para água feita de papel

Esta inovadora embalagem foi criada pela empresa BRAND IMAGE e pode ser a solução para milhares de garrafas plásticas descartadas no meio ambiente diariamente.
O papel no qual ela é feita é 100% reciclado além de ser compatível com inúmeras soluções, não só água.
Esperamos que esta grande idéia possa ser inserida no mercado e comercializada em breve, o meio ambiente agradece!
Mais algumas imagens do belo exemplo de design e sustentabilidade paper water bottle 02 - paper water bottle 02paper water bottle 01 - paper water bottle 01

Ser publicitário

Para ser publicitário é preciso sonhar como poeta e racionalizar
como executivo.
Ser convincente como um vendedor e sedutor como modelo.
Arriscar como um operador da Bolsa e no dia seguinte
ter a cautela de um cirurgião, que não pode falhar.
Muitas vezes,é um atleta q corre contra o tempo…
Não é bombeiro, mas apaga incêndios.
Não é santo, mas faz milagres.
Não é repentista, mas cria na hora.
Tem um quê de malabarista pra pular de agência em agência,
sempre com medo de cair na rede do desemprego.
O publicitário, acima de tudo,
é um apaixonado por aquilo q faz.

Novo site da Ingegno no ar!

Depois de uma longa espera, e de grande pressão dos fãs (a ansiedade era grande), o novo site da Ingegno está no ar.

Contrariando a máxima, podemos dizer que, agora sim, “casa de ferreiro o espeto É DE FERRO”.

O site apresenta alguns trabalhos mais antigos que merecem destaque além dos trabalhos mais novos; a nova seção “clientes”, que facilita e agiliza a navegação. Uma novidade: na entrada do site pode-se ouvir a pronúncia correta do nome do escritório.

Contamos com a colaboração de todos na divulgação do site.

Vale a pena conferir. www.ingegno.com.br

Bem vindo?!

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Não é sempre que a gente pode receber um “Bem-vindo” tão caloroso.
No mínimo é cômico, pra não dizer triste.

Por ser semana dos namorados, me deparei há uns dias com um texto do Aldo Novak, coach e autor de inúmeros artigos disponíveis na internet, que falava exatamente sobre a dificuldade de se manter um relacionamento estável e durável com uma única pessoa.

Entre as teses apresentadas a ele num evento, umas coerentes e outras completamente absurdas, a mais interessante é a que diz que tudo relacionado ao amor é culpa da “Síndrome da Loja de Doces”. Bom, e o que seria isso? É simples. Assim que entramos numa loja de doces, um sempre nos chama a atenção, e normalmente acabamos pedindo este. Muitas vezes, nem sequer acabamos o primeiro doce e um segundo já se torna alvo de nosso desejo e aí vem a dúvida: “Será que não seria melhor experimentar o outro doce? Ele parece melhor, mais gostoso… perfeito para mim!”

Nesse momento uns pensam: “Da próxima vez que vier escolherei aquele”. Já outros experimentam o segundo doce, mesmo sem ter terminado o primeiro. E por fim, outros que já estão de olho num terceiro enquanto experimentam o segundo.

A chave disso tudo é que sempre estamos escolhendo entre inúmeras opções. Tê-las em quantidade é pior que não ter nenhuma. O que precisamos aprender é que não há a pessoa ideal a se buscar (isso é muito relativo, cada um tem o seu próprio ideal!), e quando estamos com alguém, devemos ter em mente que sempre aparecerá uma que tem uma determinada qualidade melhor do que o seu parceiro ou parceira.

O que nos atrai é o conjunto de qualidades e defeitos que é único em cada um de nós. Pessoas vão e vem, e sempre com qualidade superior em um determinado aspecto, mas no todo, normalmente não valem mais do que a que você esta junto. E é justamente aí que mora o perigo. Se você se prende a uma única característica, provavelmente ficará pulando de galho em galho a vida toda, testando doces, enquanto aquele que é verdadeiramente o melhor pra você azedará e você acabará perdendo a chance.

Aproveitando a conclusão do Aldo, “A vida não é uma loja de doces. E, se for, lembre-se de que quem tudo quer, tudo perde. Escolha o doce e pare de comparar o tempo todo com outros. A comparação deve acontecer antes da escolha, com muito cuidado. Quem compara, depois, sempre sente que está perdendo algo. Quem sente isso, se comporta para deixar de perder e, ironicamente, acaba perdendo algo ainda melhor.”

Feliz dia dos namorados!

Até a proxima!

Qual é o Problema?

Por Stephen Kanitz

Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.

Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.

O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras? Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo “Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?”. Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo “Quem descobriu o Brasil?”.

Harvard queria justamente o contrário. Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida.

Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular.

Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível.

“Professor, qual é a pergunta?”, perguntavam-me. E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: “Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?”.

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.

Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.

Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês. Nem vai lhe pedir para resolver “4/2 = ?”. Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.

Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área. Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas.

Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão. Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje. O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.

Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não demora muito a ser encontrada.

Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

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