Artigos
Comentários

Bem vindo?!

bem vindo 1 - bem vindo 1

Não é sempre que a gente pode receber um “Bem-vindo” tão caloroso.
No mínimo é cômico, pra não dizer triste.

Por ser semana dos namorados, me deparei há uns dias com um texto do Aldo Novak, coach e autor de inúmeros artigos disponíveis na internet, que falava exatamente sobre a dificuldade de se manter um relacionamento estável e durável com uma única pessoa.

Entre as teses apresentadas a ele num evento, umas coerentes e outras completamente absurdas, a mais interessante é a que diz que tudo relacionado ao amor é culpa da “Síndrome da Loja de Doces”. Bom, e o que seria isso? É simples. Assim que entramos numa loja de doces, um sempre nos chama a atenção, e normalmente acabamos pedindo este. Muitas vezes, nem sequer acabamos o primeiro doce e um segundo já se torna alvo de nosso desejo e aí vem a dúvida: “Será que não seria melhor experimentar o outro doce? Ele parece melhor, mais gostoso… perfeito para mim!”

Nesse momento uns pensam: “Da próxima vez que vier escolherei aquele”. Já outros experimentam o segundo doce, mesmo sem ter terminado o primeiro. E por fim, outros que já estão de olho num terceiro enquanto experimentam o segundo.

A chave disso tudo é que sempre estamos escolhendo entre inúmeras opções. Tê-las em quantidade é pior que não ter nenhuma. O que precisamos aprender é que não há a pessoa ideal a se buscar (isso é muito relativo, cada um tem o seu próprio ideal!), e quando estamos com alguém, devemos ter em mente que sempre aparecerá uma que tem uma determinada qualidade melhor do que o seu parceiro ou parceira.

O que nos atrai é o conjunto de qualidades e defeitos que é único em cada um de nós. Pessoas vão e vem, e sempre com qualidade superior em um determinado aspecto, mas no todo, normalmente não valem mais do que a que você esta junto. E é justamente aí que mora o perigo. Se você se prende a uma única característica, provavelmente ficará pulando de galho em galho a vida toda, testando doces, enquanto aquele que é verdadeiramente o melhor pra você azedará e você acabará perdendo a chance.

Aproveitando a conclusão do Aldo, “A vida não é uma loja de doces. E, se for, lembre-se de que quem tudo quer, tudo perde. Escolha o doce e pare de comparar o tempo todo com outros. A comparação deve acontecer antes da escolha, com muito cuidado. Quem compara, depois, sempre sente que está perdendo algo. Quem sente isso, se comporta para deixar de perder e, ironicamente, acaba perdendo algo ainda melhor.”

Feliz dia dos namorados!

Até a proxima!

Qual é o Problema?

Por Stephen Kanitz

Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.

Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.

O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras? Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo “Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?”. Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo “Quem descobriu o Brasil?”.

Harvard queria justamente o contrário. Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida.

Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular.

Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível.

“Professor, qual é a pergunta?”, perguntavam-me. E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: “Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?”.

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.

Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.

Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês. Nem vai lhe pedir para resolver “4/2 = ?”. Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.

Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área. Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas.

Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão. Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje. O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.

Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não demora muito a ser encontrada.

Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Aquele

Aquele

Eu sou aquele que te dá atenção,
Que pergunta como foi o seu dia,
Que te gosta livre, sem pegação no pé.
Sou aquele que te dá carinho, mesmo quando você só quer ver TV ou olhar pela janela do carro.

Aquele que vai com você fazer compras, mas não por ciúme “de tudo”, e sim pra te fazer companhia, e carregar as sacolas.
Aquele que prefere que você escolha para onde iremos, afinal, quero que fique confortável, pois independente do lugar, com você eu ficarei.
Sou aquele que não esquece seu aniversário, nem o “nosso”,
E também aquele que te manda belas flores compradas em loja, ou ainda aquele que empresta uma flor da paisagem para enfeitar a mais linda das flores.

Aquele que, quando longe, pensa em você,
Que compartilha amigos e segredos,
Que não faz barganhas, chantagens ou permutas.
Sou aquele que te exalta para todos,
Aquele que te completa, que te nutre e que te protege.

Fernando ZAPATA e Leonardo OLIVERIO

Só explicando: a base desse poema vem de um texto publicado pelo Zapata no Orkut a uns dias. Eu mostrei ele para minha prima, e ela disse que era perfeito… por isso tive a idéia da modificação. =]

Para isso, removi algumas informações e inclui outras, e assim, deixei o texto com cara de poema.

O final, que era mais sarcástico, eu removi para que pudesse ser usado como uma conslusão pós-autor, ou seja, quem envia chega na conclusão julgar melhor! rsrs

Após finalizado, eu mandei pro Zapata pra que ele pudesse ler e aceitar (ou não) as alterações propostas. Em caso de aceite, usaríamos a autoria dupla: Fernando ZAPATA e Leonardo OLIVERIO.

O resultado é esse que pôde ser lido acima.

Até a próxima!! =]

“This is my message to you” ;]

A publicidade cibernética

Os avanços tecnológicos da atualidade permitem à humanidade estreitar laços, diminuir distâncias e transpor barreiras que antes eram impossíveis. É a globalização.

Neste mundo globalizado, movido pelo capitalismo, as pessoas são bombardeadas diariamente pela publicidade e, muitas vezes, nem se dão conta de que isso acontece. Um simples passeio de carro por qualquer rua faz com que cruzemos com luminosos, fachadas, placas, outdoors e uma infinidade de modelos e formatos de propaganda. Em casa, recebemos correspondências, folhetos, ouvimos rádio, assistimos TV e em tudo isso há publicidade e com a internet não poderia ser diferente.

A publicidade mantém e sustenta os meios de comunicação que, em troca, dão aos anunciantes a tão desejada audiência. E a audiência nada mais é do que o público-alvo que todo anunciante (lê-se indústria e comércio em geral) quer atingir.

E acertar o alvo depende de variáveis que podem ser resumidas em qualidade e criatividade dos anúncios, um bom planejamento das mídias a serem utilizadas e, é claro, a receptividade do consumidor à mensagem que ele receberá por meio do anúncio.

Na internet essas variáveis se subdividem ainda mais, uma vez que a interatividade do meio possibilita ao internauta um maior envolvimento com o anúncio. A interatividade dos anúncios é pensada de forma que o internauta fique o maior tempo possível exposto à mensagem daquele anúncio. Assim, as chances desse consumidor vir a comprar o produto anunciado aumentam consideravelmente.

A internet leva vantagem sobre os demais meios de comunicação (lembrando que cada um tem seus méritos específicos e nenhum é insubstituível), pois ela oferece formatos diferenciados como banners, fullbanners, os próprios sites em si, Hot sites (micro sites desenvolvidos especificamente para campanhas e promoções) e uma variedade de opções que variam de acordo com o planejamento de cada campanha e também com a criatividade da equipe de criação.

As técnicas de marketing estão cada vez mais avançadas e se utilizam muito das ferramentas disponíveis para atingirem suas metas e, com certeza, a internet e a publicidade veiculada nela não estão fora dessa estratégia.

Ricardo J. Sartori é designer gráfico, publicitário, sócio do escritório Ingegno Design e atualmente cursa MBA em Gerenciamento de Marketing

Nature

Acredite se quiser! É na cidade onde eu moro.
Creditos:
Foto: Ricardo Sartori
Local: Horto Florestalnature taq - nature taq

Calma…

…o fim de semana tá começando mais cedo dessa vez!

relaxa.gif - Ralaxa

=]

Como podemos chamá-lo?

tela mascote blog - Mascote
Eis que surge, em primeira mão, depois de uns dias de espera, o mascote da Ingegno. Idealizado pelo Ricardo Sartori, diretor de criação, nosso robô será um multi-função capaz de se tornar a cara da empresa perante os visitantes do site e também descontrair as pessoas que receberem materiais da Ingegno. Nas horas de folga, ele poderá buscar umas coxinhas em Bueno de Andrada, além de fazer a limpeza da agência.

Depois de dias e dias de trabalho, concepção artística da equipe de animação (inclua algumas noites fritando os neurônios, e dias sem almoço), dirigida pelo Juliano, nosso mascote criou vida própria. Apesar de não ter ainda um nome (aliás, aceitamos sugestões!!!), ele traduz o espírito da equipe da Ingegno Design que, dentre os muitos adjetivos (poderia enumerar vários), achei melhor sintetizar: uma equipe que tem mentes que voam.

Aos poucos ele será integrado a todo material da agência, tornando-se parte da equipe.

Abraços e até a próxima!

A Ingegno no Shortlist do FestVídeo

Inscrevendo apenas 3 trabalhos na categoria Especial Vinhetas/Animação, a Ingegno teve um trabalho classificado entre os melhores desta categoria.
O trabalho listado no ShortList do festival de Vídeo da APP de Ribeirão Preto foi produzido em técnica de desenho animado tradicional e foi feito para o cliente Nabrasa Rotisserie, que possui lojas em São Carlos e Araraquara. Na vinheta um frango pelado (hehe) entra em cena e começa a pisar na brasa, se assusta e se funde com o logo da Rotisserie.
Agora é torcer e esperar que esse trabalho possa trazer mais um prêmio.

A Solução dos Problemas

Quando existe um problema, o mesmo deve ser resolvido. Ele pode envolver varias pessoas, nunca apenas uma, mesmo porque o ato de uma única pessoa afeta outras tantas. No entanto, um problema geralmente está ligado a duas pessoas. E para facilitar, vamos nos ater a esses problemas interpessoais.

O problema é meu e seu e ponto! Portanto, a busca de uma solução cabe a nós também e ponto!
O resto (os demais) é resto. Que se lichem!
É isso mesmo, pode até parecer forte, mas é isso, que se danem!
O negócio é entre você e eu.

Bisbilhotar a vida dos outros, as vezes é até gostoso, mas quando isso afeta nossa vida e nos causa problemas, ah meu caro leitor, aí não dá!
E quer saber, quero que esses bisbilhoteiros vão pra p. que os pariu!

Cansei de ter que contornar toda uma situação porque fulano xeretou aqui, siclano fuçou ali. Chega!
Quero levar a minha vida, da minha forma, com os meus problemas e com minhas soluções! Gente, os problemas (e soluções) são meus, ninguem tem nada a ver com isso!

E outra coisa: acho que isso vale pra todo mundo. Cada um deve levar sua vidinha, tranquila, e lembrando, cada um com seus problemas.
Daqui pra frente vai ser assim… xeretou e atrapalhou… hehe… se danou! vou esculachar sem dó!

Eu vim aqui pra ser eu mesmo. E você? (vale muito a pena refletir)

Texto de Leonardo Oliverio

« Página Anterior - Próxima Página »